Muitos acreditam que uma boa ideia é quase um evento sobrenatural que surge do nada. Além desta ser uma visão romântica, ela também é perigosa, pois demonstra a falta de estratégia e um caminho arriscado para o fracasso. A criatividade não surge de inspiração, ela depende de processos que levam a ideias que viram negócio.
Para que uma ideia se converta em vendas, ela precisa passar por um funil rigoroso. A inspiração é volátil, já o processo é replicável. Ele garante previsibilidade — proporcionando prazos e entregas reais — escalabilidade e foco no cliente — ideias “geniais” que não resolvem a dor do consumidor são apenas vaidade.
Os Pilares da Criatividade que Vende
Para transformar uma folha em branco em um modelo de negócio lucrativo, três etapas são essenciais:
Imersão e Dados: A criatividade é a capacidade de conectar pontos já existentes. Por isso, o processo começa respondendo perguntas como “quem é a persona real?”, “quais são os gatilhos de compra?” e “o que a concorrência está negligenciando?”.
Conexão: Frameworks de brainstorming guiado garantem que as sessões sejam produtivas, focadas e inclusivas, evitando a falta de foco, nas quais o objetivo não é ter uma ideia perfeita, mas gerar volume para filtrar a qualidade.
Validação e Execução: Uma ideia só vira negócio quando encontra o mercado. Nesta fase, anúncios de teste e landing pages contribuem para melhorar a eficiência e escalar o negócio.
No marketing digital, a criatividade que vende é aquela que une estética e tecnologia. Quando você remove o peso da “necessidade de inspiração” e coloca no lugar a “segurança do método”, o marketing da sua empresa deixa de ser um custo e passa a ser um motor de crescimento previsível. Assim, ideias que viram negócio acontecem. Conte com a Incom e coloque a sua ideia em movimento.


